Pine nuts/noix de pin/pinhões bag 5 kg

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Pine nuts/noix de pin/pinhões bag 5 kg

The marketing of pine nuts in Portugal is made Tras-os-Montes Gourmet
 
Worldwide, there are several species of pine nut producing trees, but in Europe it is the edible seed of the pinheiro manso, a native tree whose scientific name is Pinus pinea.
 
The pinheiro manso is originating in the Eastern Mediterranean (Asia minor) and is spread throughout the Mediterranean basin, starting to vanish with increasing distance to the Mediterranean and the ecological conditions change.
 
In Portugal, this culture occupies an area of about 78,000 hectares, of which 68 are located in the District of Setúbal and, in particular, in the municipality of Alcácer do Sal, considered the '' Solar do Pinheiro Manso ''.
 
This species grows in cool soils and deep, mainly sandy, including maritime sands and dunes. Requires abundant light and an atmosphere something hot, not supporting continuous and strong frosts. It is very important to their protective effect in Sandy, contributing mainly to the fixing of the dunes, which forest yield in barren land, productive little or nothing, due to the sandy nature. As ornamental tree has a great value, being unmistakable due to the shape of your Cup, that young is spherical, the semi-esférica.
 
The fruits of pinheiro manso are the cones, which are large, sessile, almost spherical, light-brown at maturity, within which are the edible seeds-the famous pine nuts.
 
Possessing a high caloric value and rich in minerals such as magnesium, calcium and phosphorus and mono and polyunsaturated fatty acids, pine nuts have a high protein content for a species. In fact, are about 20 amino acids, and among them the most essential amino acids for growth and muscle development. No wonder the Roman legions took in their c-rations, abundant doses of pine nuts, and that since these fruits had entered the food of the people of the Mediterranean basin.

La commercialisation du pignon portugais faite par Trás-os-Montes Gourmet.
 
Dans le monde, il existe plusieurs espèces de noix de pin, produisant des arbres, mais en Europe, c'est la graine comestible de la pinheiro manso, un arbre indigène dont le nom scientifique est Pinus pinea.
 
Le pinheiro manso est originaire de la Méditerranée orientale (Asie mineure) et se propage dans tout le bassin méditerranéen, commence à disparaître avec l'augmentation de la distance et la Méditerranée et les conditions écologiques changent.
 
Au Portugal, cette culture occupe une superficie d'environ 78 000 hectares, dont 68 sont situés dans le District de Setúbal et, en particulier, dans la municipalité de Alcácer do Sal, considéré comme le '' Solar do Pinheiro Manso ''.
 
Cette espèce pousse dans les sols frais et profonds, principalement sablonneuse, y compris des dunes et sables maritimes. Nécessite une lumière abondante et une atmosphère quelque chose de chaud, ne pas de soutien continues et fortes gelées. Il est très important pour leur effet protecteur à Sandy, qui contribuent principalement à la fixation des dunes, forêt produisent en terre aride, productifs peu ou rien, en raison de la nature sablonneuse. Comme arbre d'ornement a une grande valeur, être unique en raison de la forme de votre coupe, que le jeune est sphérique, le semi-esférica.
 
Les fruits de pinheiro manso sont les cônes, qui sont grandes, sessiles, presque sphériques, de couleur marron clair à maturité, au sein duquel sont les noix de pin célèbres les graines comestibles.
 
Possédant une grande valeur calorique et riche en minéraux comme le magnésium, de calcium et de phosphore et acides gras mono et polyinsaturés, noix de pin ont une teneur élevée en protéines pour une espèce. En fait, sont environ 20 acides aminés et parmi eux les acides aminés essentiels pour le développement de la croissance et le muscle. Pas étonnant que les légions romaines ont pris dans leurs rations c, abondante dose de noix de pin et que puisque ces fruits est entré dans la nourriture des gens du bassin méditerranéen.

A Comercialização do Pinhão  Português é feita por Trás-os-Montes Gourmet.
 
A nível mundial, existem várias espécies de árvores produtoras de pinhão, mas, na Europa, trata-se da semente comestível do pinheiro manso, uma árvore autóctone cujo nome científico é Pinus pinea.
 
O pinheiro manso é originário do Mediterrâneo Oriental (Ásia Menor) e encontra-se difundido por toda a Bacia Mediterrânea, começando a rarear à medida que aumenta a distância ao Mediterrâneo e as condições ecológicas se modificam.
 
Em Portugal, esta cultura ocupa uma área de cerca de 78.000 hectares, dos quais 68 estão localizados no distrito de Setúbal e, em especial, no concelho de Alcácer do Sal, considerado o ‘’Solar do Pinheiro Manso’’.
 
Esta espécie desenvolve-se em solos frescos e profundos, principalmente arenosos, incluindo areias marítimas e dunas fixas. Requer luz abundante e um clima algo quente, não suportando geadas fortes e contínuas. É muito importante a sua acção protectora nos terrenos arenosos, contribuindo principalmente para a fixação das dunas, permitindo obter rendimento florestal em terrenos estéreis, pouco ou nada produtivos, devido ao seu carácter arenoso. Como árvore ornamental tem um grande valor, sendo inconfundível devido ao formato da sua copa, que em jovem é esférica, passando depois a semi-esférica.
 
Os frutos do pinheiro manso são as pinhas , que são grandes, sésseis, quase esféricas, castanho-claras na maturação, dentro das quais se desenvolvem as sementes comestíveis - os famosos pinhões.
 
Possuindo um alto valor calórico e ricos em minerais como magnésio, cálcio e fósforo e ácidos gordos mono e polinsaturados, os pinhões possuem ainda um elevado conteúdo proteico para uma espécie vegetal. Na realidade, possuem cerca de 20 aminoácidos, estando entre eles a maioria dos aminoácidos essenciais ao crescimento e desenvolvimento muscular. Não admira que as legiões Romanas levassem nas suas rações de combate, doses abundantes de pinhões, e que desde sempre, estes frutos tivessem entrado na alimentação dos povos da bacia do Mediterrânico.
 

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